sexta-feira, 2 de setembro de 2011
As dores de um país amargurado
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Descontrolo
Impressionante, séria e incontrolável capacidade que cada um, ao seu modo, tem de se descontrolar.
É da nossa frágil natureza entrar em descontrolo, de formas muito diferentes algumas facilmente detectáveis e outras mais discretas r moderadas mas igualmente curiosas, mas mais incrível ainda é a capacidade que algumas pessoas têm de nos deixar com os “nervos em frangalhos”, não conseguimos controlar a irritação que cresce que se vai apoderando de nós e que nos poderia transformar em assassinos bárbaros e impiedosos, mas felizmente o descontrolo não é completo e no final não existem cadáveres pelo chão.
Mas descontrolos não são por si só coisas más e a evitar, também os conheço bons, cheios de surpresas, reacções que não esperamos e que nos deixam acordados e mais vivos.
Viva o descontrolo, viva a sensação de vibrar sem conseguir parar, viva viver
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Regresso
Mais um regresso, a maior parte das nossas vidas são regressos!
Ir longe, sair para uma aventura nuca vivida, ir onde nunca ninguém foi e depois voltar, regressar para onde tudo é familiar, onde os dias são os que conhecemos as caras das pessoas são aquelas de que temos saudades, regressar é ainda melhor do que partir, é bom ter uma cama moldada ao corpo, saber onde encaixamos, onde temos lugar e voltar, voltar sempre até um dia não aguentar outra vez tudo igual e sair, para onde nunca ninguém foi, com a proa apontada a um lugar que não sabemos e deixar os ventos novos passar nos cabelos, mas no final voltar, voltar ao espaço que tem a nossa medida e que vai engordando a cada saída seguida de saudade e regresso.
Gosto de sair, sentir que o mundo tem espaços onde não estive onde quero estar, mas saber que deixo um espaço para voltar é o conforto que ajuda a sair sabendo regressar.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Mais um dia já é crescer?
Deixar passar os dias uns atrás dos outros, não nos leva a crescer ser maior desenvolver o que temos dentro do peito, ou outros dentro da cabeça.
Para crescer é necessário olhar com olhos de ver, ver com vontade de sentir e poder sentir o que sentem os outros para poder fazer parte do mundo que não existe sem o outro e onde o “eu” não faz sentido sem estar ligado a um “outro” qualquer.
A incapacidade de ver o mundo cega-nos primeiro para o que nos rodeia mas logo de seguida acaba com a visão de nós, tira-nos perspectiva não nos deixa criara “tamanho”, deixa-nos tão pequenos como “nós”.
Crescer é olhar para fora é fazer parte do que está lá fora!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Acontecer, é só repetir o que é muito bom
Um acontecimento bom pode ser simples e sem grande aparato, mas muito bom e ficar na memoria de todos.
Podemos fazer algo diferente mas sem ser necessário fazer algo de extraordinário.
Uma noite de verão para ver estrelas, nada melhor para passar uns bons momentos de conversa com as crianças da casa do que ter uma noite limpa e um mapa estrelar para ajudar a identificar o que brilha no céu.
Claro que o mais importante não são as estrelas do céu, o que importa realmente são as nossas estrelinhas, eles são o centro do universo, bem mais que um qualquer sol.
Passar tempo a conversar e a deixar que nos mostrem como pensam como constroem as suas realidades é muito importante, mas não sejam egoístas, partilhas as vossas também mas sem nunca deixar de ouvir.
Acreditem, o universo é grande cheio de maravilhas, mas acreditem que não há maior mundo do que aquele que esta guardado nas cabeças dos nossos filhos, vamos fazer parte dele, é fundamental fazer parte e ajudar a construir as bases desse mundo que os ajuda a crescer e que a nós nos mostra mais caminhos, mais saberes, melhores momentos para viver com prazer.
Feira de Santarém
Ai vem a feira de Santarém, já não é a mais castiça, não tem a cidade como envolvente, mas ganhou condições diferentes.
Estava hoje a pensar que grande parte de quem vai à feira já nem se lembra como esta já foi, mas foi bem diferente, mais típica, mais ligada à população, hoje tem um espaço melhor, mais capaz de receber os visitantes, mas para quem gosta de festas típicas já não vai a Santarém.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Por olhar por eles tão dedicado…
Metade parecia a letra de um fado, mas não é, pretendo só, dar atenção à relação pai e filho.
Cada vez menos os pais estão distantes dos filhos, cada vez menos os pais são seres ausentes e por vezes assustadores por ser a eles que cabia o papel de fazer cumprir as regras, cada vez mais os pais querem participar, cada vez mais os pais são interessados, mas cada vez mais se sentem perdidos.
Ao contrário de tudo o que se escreve e diz, a informação não abunda de forma a simplificar a vida de quem procura fazer bem ou pelo menos o melhor que pode.
A regra mais básica para poder educar os seus filhos, é manter as regras criadas e cumpri-las antes de pedir que sejam cumpridas.
O passo seguinte é ainda mais fácil, acredite que o seu filho já sabe que o pai não é perfeito, assim permita-se falhar, a falha não pode ser a regra mas também não é o fim do mundo.
Por ultimo divirta-se, respeite o espaço e gostos dos outros, mas partilhe actividades que todos gostem, é importante fazer actividades pelos outros, mas por favor não cobre o esforço que fez, divirta-se apenas pelo prazer de estar com os seus filhos.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Mais uma vez os portugueses escolheram …
A abstenção é a maior força partidária do país, não há quem a derrote, cada vez ganha mais adeptos.
Os meus concidadãos preferem como é hábito não ter de escolher, assim a culpa nunca pode ser deles, a desculpa de que os políticos são todos iguais permite quem nem tenho a grande “trabalheira” de pensar.
Na realidade, acho óptimo que não votem, a avaliar por muitos portugueses que conheço e com quem me cruzo nas ruas tenho até duvidas se a democracia é assim tão bom, há pessoas quem não deviam poder votar, a democracia devia ser mais selectiva só existia para quem acerta na minha intenção de voto.
A democracia é uma grande coisa permite até escolher não exercer o direito ao voto!!!
Mas eu voto sempre!sexta-feira, 3 de junho de 2011
Dinastias.
Corridas de dinastias, já vi piores predicados, mas mesmo havendo pior, este é piroso quanto baste.
Mais um cartel mal montado e mais uma resposta do público, o Campo Pequeno cada vez que tem uma corrida bem montada enche até à bandeira, quando a aposta é só “fraquinha” fica só meia praça.
Ontem não gostei de ouvir na transmissão da corrida do Campo Pequeno alguém a “fazer-se de Lucas” fingindo não perceber que um dos toiros apresentados via pessimamente, quando foi sempre evidente essa deficiência no animal, não percebi qual o interesse de não dizer o que é evidente.
Ontem embora muito se tenha dito sobre o futuro da festa de toiros, não partilho da opinião de que tudo está garantido, acho até que corremos sérios riscos de minar tudo a partir de dentro, a festa não pode ser um couto de amigos, primos e tios, a festa tem de ser mais que isso e obrigatoriamente deve envolver e integrar todos os envolvidos, aficionados incluídos.
Mas nem tudo foi mau, nem perto disso, foi possível ver bons cavalos, alguns bons cavaleiros e os toiros cumpriram o seu papel, foi até interessante verificar quem o único praticante acabou por ganhar o prémio da melhor lide, utilizou apenas um cavalo e isso não tirou brilho à sua actuação e nem precisou de palmos, violinos ou pares de bandarilhas para se afirmar entre profissionais, será só porque a sua família não apareceu ontem nos toiros?
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Em defesa da tradição
Estou contra!!!
Sou contra quem defende a tradição, cansado de ver defender tradição de forma pouco consistente e por vezes até cretina, sou contra a defesa da tradição!
Quando gritam “os toiros em Portugal têm de continuar”, e depois querem corridas “à Espanhola” deixando os forcados de fora, não percebo onde esta a defesa da tradição!
Quando apregoam que a melhor mais castiça e tradicional é a feira da Golegã, e depois apresentam-se trajados “à Espanhola”, não entendo porque vivem ainda em Portugal.
Quando são os primeiros a dizer que Portugal está a ser invadido pelos Espanhóis e que a Europa nos tira a soberania acabando com a alma Lusitana, não consigo entender porque razão são igualmente os primeiros a querer toros de morte no Campo Pequeno, a montar com traje Espanhol, a terem os cavalos ajaezados à andaluza e para tudo ser ainda pior utilizam “guapa” como elogio à beleza feminina.
Os termos espanhóis não nos fazem falta, o acordo ortográfico pode ser bom ou mau mas pelo menos é sempre em português, eu não entendo como alguém critica o acordo e consegue dizer “guapa” em vez de bonita, enfim a limitação é por certo minha.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Vida tão cheia… de nada
Venho percebendo que metade (talvez metade seja exagero) das pessoas que conheço não têm nada mais nas suas vidas do que nada!
Não falo de bens ou recursos financeiros, a maioria vive confortavelmente, mas tem pouco mais do que isso, as suas vidas são solitárias sem estarem isolados, têm amigos mas cada um tem a sua vida e a maioria das vezes estão em casa sozinhos, mesmo quando chove na rua, está frio e os dias são tristes eles estão sozinhos.
Curiosamente dissimulam as suas angustias numa capa arrogante já gasta e vazia, alinhavada de presunções em que ninguém acredita nem o próprio que as apregoa, assumem uma postura de quem está a ver mais além, que sabe todas as coisas, que viu tudo, que tem falta de tempo porque há tanto para fazer, mas tudo sobra ali, principalmente a solidão e a angustia de um dia ser tarde de mais.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Ter um outro…
Ter alguém é uma luta constante para manter junta uma ou mais vidas, tentar garantir que o mundo amanhã nasce e nasce ser ruptura.
O meu mundo, um mundo partilhado não faz sentido como é sem que nele estejam outros a minha vida não sou já eu, a minha vida somos nós, o eu que existe é tão diferente do que foi, já se angustia quando está só não se sente ele sem ti, sem vocês!
Existem momentos em que a vontade de sair existe, porque lá foram está um mundo todo que pode ser desafiante, mas onde estou o desafio cresce e recompensa, o desafio daqui onde estou enche uma vida, enche de vida.
Não preciso sair, não quero sair, o meu mundo é um mundo muito bom!
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Por mares …
Incapaz, este país de marinheiros, de se manter à tona.
Impressionante a forma como navegamos sem direcção e cada português que pega na roda do leme aponta a nova rota, sem nenhum sentido estratégico, apenas garantindo que parece saber o que está a fazer, mas pouco ou nada sabe e o que sabe não presta!
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Eu tenho razão…
Para quê tanta discussão se sou eu que tenho razão!
Mais um debate, mais uma enorme falta de respeito pelos eleitores, a verdade é que também não merecem grande respeito, são enganados e gostam, são tratados com incapazes e nem dão por nada, enfim só lhes faz bem amargar um pouco mais, só tenho pena de estar no mesmo barco!
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Estado das coisas.
Grandes debates mostram o estado da nação, estou a ironizar porque o nível é tão fraco que me parece impossível falar de debates em Portugal sem um sorriso embora devesse ser uma lágrima tal é a tristeza dos mesmos.
Impossível fazer pior? Nunca é impossível fazer pior, a historia tem mostrado que para pior pode sempre mudar.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Contas, estranhas contas…
Só tem legitimidade política para formar governo quem for mais votado, eu não percebo onde esta a duvida, uma maioria é uma maioria, quer dizer que a maioria dos portugueses votantes votaram nessa maioria, a mim parece-me que isso legitima a criação de governo, formem um governo de maioria mesmo que desse não faça parte o partido mais votado.
Passos Coelho começou finalmente a ter um comportamento mais politico e quem sabe chegará a encabeçar o partido mais votado, já disse varias vezes que não se coliga com o PS, mas já consegue faze-lo de várias formas, hoje até permitiu que os jornalistas fizessem parte do seu papel de apelo ao voto, garantindo que ele não aceita governar se não for o mais votado, sendo que Passos Coelho disse apenas o que vem dizendo, não formo governo com o partido que levou Portugal até a situação em que nos encontramos, mas para formar uma maioria todos sabemos que pode ser até entre 2º e 3º, não pode sempre mas é possível.
É fundamental votar sem medo do bicho papão, do homem do saco ou de outra qualquer fantasia, é necessário votar em consciência, é necessário votar bem, temos de perceber que se o nosso candidato ganha e governa mal a responsabilidade é de quem nele votou parafraseando Tiririca, “Pior do que está não fica”.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Não consigo ser enganado desta forma
Admito a incompetência percebo até que nem sempre se pode dizer tudo, o que não consigo suportar é que nada do que é dito seja verdade, ou é por coincidência, e a forma como o que digo hoje contraia o que foi dito ontem é incrivelmente convincente até para pessoas que considero inteligentes.
Impressionante o que uma oposição incapaz consegue fazer à capacidade de escolha dos eleitores.
Os portugueses estão com poucas alternativas, eu estou com vontade de votar no FMI.
Não sei como é possível ter legislativas sem alternativa e sentir que muitos concidadãos preferem ser enganados por quem já conhecem do que arriscar um novo engano, triste da oposição que nesta situação não consegue ser alternativa!
terça-feira, 3 de maio de 2011
Filhos de um passado glorioso
Um dia os nossos filhos vai entrar numa qualquer situação de crise e de forma orgulhosa dizer que já fomos um grande país e por isso esta crise é passageira e vamos encontrar uma boa saída para ela.
Eles podem dizer isso ou podem já ter evoluído e percebido que este país e o seu povo há muitos anos que pouca gloria têm tido, no entanto temos crises com muita frequência.
Este país não vive em glória tendo crises pontuais!
Este país vive em crise e teve pontualmente alguns momentos de glória!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Portugal em dissonância cognitiva
Impressionante a forma como metade dos portugueses procuram encontrar formas de desculpar a sua vontade de perdoar alguém que lhes mente recorrentemente e sem hesitar.
Sendo as alternativas mais racionais na sua maioria miseráveis, torna-se complicado votar em consciência e com a convicção de que está cumprida a nossa missão de ajudar a escolher o mais capaz.
Onde anda essa personagem capaz?
quinta-feira, 28 de abril de 2011
A capacidade de fazer muito bem.
A incrível desfaçatez com que se afirma que os políticos portugueses não conhecem a realidade do pais ou do seu povo, é necessário andar muito distraído para não perceber que a nossa classe politica faz parte do povo a maioria deles não é de nenhuma elite, podemos até dizer quem a maioria é até muito pouco diferenciada, mas enfim é o que temos.
É sempre interessante ter os dados necessários para tentar fazer melhor e que o nosso desempenho ajude a tirar o país da difícil situação em que se encontra, no entanto esse trabalho não tem sido realizado e o problema não está no desconhecimento das causas ou da realidade é apenas e somente por incapacidade.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
E porque não o Dom Sebastião?
Continuamos em todas as crises a procurar solução onde esta já não existe, acho que me torno repetitivo mas o Sr. Presidente do Conselho de Ministros já morreu, não há forma de nos ajudar nem prejudicar nem coisa nenhuma.
A população melhorou qualquer coisa, agora até já sabe ler mas continua a não perceber os dados estatísticos que lhe apresentam e parece até que gostavam de voltar aos antigos indicadores, enfim, cuidado que Deus pode castigar.
Vamos lá a deixar de procurar as respostas no passado, o Dom Sebastião anda para voltar há muito tempo mas não tem sido possível, não percam a esperança, quem sabe um dia volta mesmo, mas nesta altura não dava jeito nenhum, porque isto já esta tão mal que não nos faz falta nenhum Alcácer Quibir.
As alternativas vão ter de se encontrar por cá mesmo entre os vivos, bem sei que não é tarefa fácil, mas entre os mortos não me parece que as coisas estejam mais animadas.
Temos de encontrar novos heróis, as velhas glórias fizeram, bem ou mal, o seu papel, está cumprida a sua missão não são neste momento alternativa!!!
terça-feira, 26 de abril de 2011
E depois do adeus …
Depois chegou o momento de perceber que nada mudou, ou melhor mudar até mudou, mas mudou tão mal.
Não tenho saudades de outros tempos mas tinha fé que podia ser diferente, infelizmente percebo com amargura que nada vai mudar e até o partido que recentemente foi afastado das suas funções poderá voltar a ganhar as eleições, não ganha por demonstrar capacidade mas apenas por causa da incapacidade da oposição.
Estranho pais este onde quem ontem se sentiu enganado hoje volta a confiar no autor desse engano, estranho pais onde as alternativas não existem ou se existem são tão fracas que não são verdadeiras alternativas.
Não entendo como pode alguém hesitar entre votar BE ou PP, qual a consistência desta escolha, é apenas contra ou não tem capacidade para escolher, quase sinto a tentação para achar razoável que quem tem esta falta de consistência possa ser proibido de votar até provar que cresceu.
A democracia tem destas coisas, e o nosso povo mantém um estável nível de incapacidade, não são apenas os políticos a necessitar de substituição, podíamos tratar de encontrar um povo mais capaz.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Uma vez era altura de mudar
Ontem quem sabe até antes, era altura de mudar, não mudar eu mas mudar um pais, mudar uma abordagem mudar uma organização.
Era importante mudar, pensar o mundo de forma diferente, olhar as políticas gastas e os políticos pouco competentes e mudar, empurrar a mudança.
Pena que as alternativas sejam iguais, mas à rasca, precisamos de alternativas mais construtivas mais empenhadas, menos espectáculo e mais resultado.
O meu mundo já não pode mudar assim tanto sem partir, um dia vai ter de partir, um dia vai mudar, mas eu não sei por onde muda, por onde parte, mas parte.
O meu mundo não vai ficar sempre igual, amanhã ainda vai ser igual, infelizmente ou não amanhã vai ser igual.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Hoje sobre filhos
Hoje não vou escrever nada sobre crises, empréstimos ou quais quer tipos de fundos que não estejam directamente ligados a afectos.
O valor de hoje é o afecto e a construção das relações e a forma como a nossa personalidade influencia os filhos e como não nos podemos considerar inocentes apenas por sermos incapazes de fazer melhor.
Todos tentamos que os nossos filhos vivam felizes e se consigam adaptar a novas situações com sucesso e ultrapassem todos os desafios que lhes vão surgir ao longo da vida, mas para que isso possa acontecer nós teremos de fazer algum trabalho e criar algumas condições que lhes permitam adquirir experiencias enriquecedoras aumentando o número de ferramentas de sucesso que eles terão disponíveis para utilizar no futuro.
Mais e melhor vida, mais rica em experiencias e valorizando a sua auto-estima, são as bases que garantem que estamos a construir filhos melhores do que nós, cada um pode ser diferente mas isso não pode ser desculpa para não lhes dar todas as ferramentas que os podem levar ao sucesso, seja isso o que for.
É fundamental criar filhos de olhos abertos, com a capacidade de ver mais do que o seu umbigo, que olhem o mundo com espírito crítico, estruturalmente fortes para marcar a sua posição mas também suficientemente flexíveis para adaptar o seu caminho às variáveis que vão surgindo.
Algumas barreiras são intransponíveis, quanto mais cedo forem contornadas menos tempo foi perdido e menor a energia dispendida, tudo que pouparam lhes irá permitir evoluir, todas as aprendizagens devem ser sistematizadas para isso toda a ajuda é pouca, mas é o nosso papel mas importante, logo a seguir ao mimoterça-feira, 5 de abril de 2011
Cuidados, regras e desregras
Permanentemente corremos riscos desnecessários, abordamos problemas e desafios de forma pouco reflectida, encontramos obstáculos que não são mais do que barreiras que criamos no nosso caminho, um dia as variáveis misturam-se e o mundo desaba treme e acaba, e passamos q ser uma lembrança de alguém.
Não custaria quase nada, encontrar uma qualquer forma racional para ultrapassar desafios, sem deixar que estes nos possam ultrapassar e colocar um fim poucos passos à nossa frente.
É bom poder controlar o futuro e garantir que o fim esta longe, muito longe e que amanhã ainda vou bem mais presente do que uma qualquer memoria por muito importante que esta pudesse ser.
Podia ser assim, era tão fácil gerir bem a vida mas o caminho mais fácil não é a maioria das vezes, o caminho escolhido!
quarta-feira, 30 de março de 2011
Tribuna Lusitana, critica e defesa por quem não fez melhor
Não consigo perceber que no nosso país, existam enumeras críticas a este programa!
A produção não é institucional, não depende de nenhum estado ou ministério, e penso que foi criado por um português que embora viva noutro pais se orgulha das suas raízes, tudo isto cria condições para que tal programa possa fazer historia na raça que divulga.
O autor e responsável pelo programa defende a sua opinião e penso que tem direito a isso, é patrocinado principalmente por criadores brasileiros acho natural que os defenda, nem entendo que possa ser feito de outra forma.
Que este programa chega a muitos e divulga o cavalo lusitano, penso que ninguém tem duvidas, e que o serviço que presta à raça é sem dúvida melhor do que qualquer tentativa feita anteriormente, eu penso que é!
Se a questão que incomoda alguns se prende com o facto de este programa nascer no Brasil, acho que é de incomodar mesmo, porque realmente a iniciativa devia ter nascido aqui, deste lado do atlântico, mas infelizmente com vem sendo hábito por aqui faz-se pouco e critica-se muito. Muitos parabéns pelo programa, não conheço sobre o nosso cavalo programa melhor!!!
segunda-feira, 28 de março de 2011
Felicidade, seja ela o que for
Valorizar os bons momentos é construir o espaço de ser feliz, As boas relações devem ser lembradas mesmo que a ultima tenha sido miserável essa deve ser a primeira a esquecer.
Lembro muitos momentos simples de enorme felicidade e alguns não foram mais do que um olhar, um toque suave, um cheiro, uma palavra dita, outras vezes calada, um crescente envolvimento que parece nunca acabar, mas temos a certeza que terá um fim mas que interessa isso se hoje estou feliz.
Se não conheço o futuro não preciso pensar que vai ser mau, pode ser bom, vai ser bom, vou fazer tudo para que seja bom!!!
sexta-feira, 25 de março de 2011
Bom tempo, grande tempo
Investir em qualidade, o momento é de fazer bem o que for possível fazer e deixar de desperdiçar o pouco tempo que vamos tendo.
A capacidade de estragar tempo, momentos e relações é enorme e é uma pena que esta capacidade exista, mas se existe temos de aprender a conviver com ela e a não deixar que tome conta da nossa vida.
Tomar as rédeas para evitar deslizes, organizar o tempo e a forma como ele vai ser gasto, com a flexibilidade suficiente para que pequenas falhas não condicionem os prazeres da vida.
Ter tempo de qualidade, não vamos chorar sobre a falta de tempo, vamos antes ter tempo de qualidade e que por pouco que seja o aproveitemos da melhor forma.
Se quando alguém desaparece apenas nos lembramos de uma pequena parte dos momentos partilhados, por serem os mais significativos, devemos investir nesses, por serem eles a encher a nossa vida de razões para recordar.
Os momentos vazios e sem interesse povoam os nossos dias e nada acrescentam ao prazer de viver, onde devemos investir é no aproveitamento dos espaços vazios e enche-los de futuras recordações.
É bom passar tempo com as pessoas de quem gostamos e no entanto por vezes não temos tempo para elas porque aceitamos “jantares” com gente que tão pouco nos diz.
Vamos investir onde mais importa, os nossos bons minutos apenas para quem os merece e nós merecemos.
quarta-feira, 23 de março de 2011
É que nem racha!
Esta tudo mal, ninguém confia nas instituições, governos ou seja o que for quem more lá em casa mesmo assim nada acontece, estão todos fartos mas para além de passeatas nada fazem e o fundo está cada vez mais perto.
A inconsciência é um fenómeno interessante, permite estar à beira do precipício e achar e achar que dar um passo em frente é uma solução como outra qualquer.
Tenho medo, neste momento tenho muito medo, acredito que o caminho existe, é possível encontrar a saída, mas nossa senhora ainda não chegou com o milagre.
terça-feira, 22 de março de 2011
Uma vida não cabe numa vida
Naturalmente todos nos queixamos da falta de tempo, das coisas que gostaríamos de fazer mas não temos tempo, no entanto bem geridos os minutos descobrimos que com alguma facilidade encontramos tempo para pensar em pessoas que nem conhecemos, que temos opinião sobre assuntos que nem perto nos passam e conseguimos até, não sei como, ter vidas paralelas.
A nossa gestão do tempo é estranha mas mais estranha é a forma como o percepcionamos e o que conseguimos fazer com ele.
Viver em dois mundos é uma tarefa desgastante e exigente que obriga a manter alerta todos os sentidos pois ao mínimo deslize toda a estrutura se desmorona e os mundos desabam, como pode ser simples o colapso de varias vidas.
Mais estranho que tudo o que escrevi antes é perceber quais os factores que colam as vidas, as traições, os enganos, as verdades e as mentiras, as alegrias e as tristezas o mundo esta colado com “cuspo”, os sentimentos que as colam são tão débeis que ao mais pequeno abanão se desintegram e arrastam tudo o que passa perto, permitindo também relançar sementes de novas vidas sobre as que acabaram d ser desmontadas.
Podemos realmente organizar as nossas relações de forma estranha, agir de forma infantil e negligente, mas a nossa incrível capacidade de recomeçar é realmente fantástica.
O futuro assenta nas pedras que hoje caíram!
sexta-feira, 18 de março de 2011
Dia do Pai
Não tenho a menor duvida que para todos este dia é diferente, sejam filhos(as) ou pais, um dia mais pode ser apenas um dia mais, mas para mim que tenho pai para lembrar e filhos que quero sempre perto, é um dia especial.
Vou passar tempo com eles, vou deixar o tempo passar junto deles, é importante sentir que não tenho nada para fazer e que posso apenas estar, quero estar sem obrigação de fazer nada, nem de me divertir ou de cumprir um qualquer horário, é importante só estar!
Por vezes o tempo não chega para estar com quem mais queremos, ou não nos chega para estar com quem realmente importa com quem tem peso e valor na nossa vida, vamos, por ser necessário e urgente, reorientar as nossas prioridades, o tempo que passamos é nosso, o tempo mal gasto não deixa memorias, para existir um tempo nosso ele terá de ser passado e o passado só vale pelas recordações que deixou.
Vamos todos utilizar o dia do pai como desculpa para criar memórias, boas memórias, é só um dia se todos os nossos dias forem boas memórias!
quinta-feira, 17 de março de 2011
Bandalhos aos bandos
São cada vez mais, aparecem de todos os lados e são a espécie mais difícil de exterminar, é impossível que um dia exista uma reserva para bandalhos e pessoal sem carácter em vias de extinção.
Podemos exportar gente desta, temos por cá com fartura, seria interessante perceber como os diversos níveis de pulhas e bandalhos se adaptavam a novos ecossistemas.
Temos vários níveis de bandalhice que vai desde o badalhito de bairro, que é acumula a “chica espertice” e passa o tempo no café a moralizar e a espalhar saber, cheio de jogo”, achando que “a ele ninguém o topa”, no final da lista está o “alto bandalho”, esta personagem aparece muito aburguesada mas com tiques de nobreza, tem cuidado com as companhia mas infelizmente nas piores alturas aparece sempre um primo que não dava jeito nenhum ter por perto e que permite ter a certeza que os pergaminhos da família foram envelhecidos ainda há pouco, é uma personagem interessante e de meritório esforço no seu processo de ascensão social, só é pena que o pequeno pulha raramente tenha saído de “dentro dele” e a inconsistência da personagem representada seja notória, no entanto esta figura é por si só uma personagem com espaço próprio.
Infelizmente acabo dizendo que me fascinam os bandalhos, pouco os considero mas perco-me em análises sobre estas personagens vezes de mais!
quarta-feira, 16 de março de 2011
Qualidade ao nosso serviço
Um dia os prestadores de serviços em Portugal ainda vão perceber o que é atendimento, mas até lá teremos de continuar a ser servidos por empregados que nos fazem o favor de estar ali, sim è isso mesmo a fazer o favor de desempenharem as tarefas para que são pagos.
Se alguma vez se perceber que uma das variáveis que mais influencia a percepção de qualidade de serviços é apenas a simpatia de quem presta o serviço, nesse dia as empresas vão conseguir orientar a sua abordagem ao cliente e com poucos custos e um bom recrutamento melhoram radicalmente a sua imagem no mercado, mas para isso é preciso que o cliente passe a ser importante.
Estou cansado que me atendam por favor, mas também me desagrada muito o empregado “chico esperto” que sabe o que eu quero e que nem sequer acha razoável confirmar, ou pior ainda o que faz gracinhas mostrando apenas a sua falta de educação e ignorância.
Quero ser atendido por gente normal, ou será que a norma é o que vou encontrando, pois deve ser, a norma deve realmente ser muito má por cá.
Venham outros venham novos, venha quem vier fazer melhor!
terça-feira, 15 de março de 2011
Lusitano como a Nação
Um dia vamos atingir os objectivos a que nos propomos, um dia vamos lá chegar, estamos no caminho certo mas vai demorar tempo.
Nesta pacata terra “entalada” entre mar e Espanhóis, achamos sempre que não vale a pena planear porque tudo vai correr bem, porque temos tudo o que é preciso para resultar e porque somos mesmo habilidosos, somos também umas vítimas da nossa genética latina, mas sobre isso já pouco se pode fazer, bom mesmo é desenrascar.
Enquanto não se criarem estratégias maiores que os umbigos dos criadores, dos empresários e até do que o do português comum, que esta sentado num banco infeliz porque o emprego não existe e porque ainda não ligaram do anuncio a que respondeu há um mês, repito, enquanto a ideia não for maior do que o cotão do umbigo de todos nós, podem fazer todas as manifestações comunicados, musicas de intervenção ou só de mau gosto e andar pela rua com palavras de ordem, bacocas por estarem velhas e cansadas, que este pais não vai sair do buraco em que se encontra atascado e daqui só meia dúzia de espertos é que vão ter sucesso, mas mesmo esse sucesso é só aqui porque fora de Portugal continuam a ser muito pouco.
Organização faz-nos falta!
Planear faz-nos Falta!
Fazer bem e com objectivos traçados é a única solução!
segunda-feira, 14 de março de 2011
A final é fácil juntar gente na rua!!!
Não sei bem porquê, mas um grupo de muitos portugueses fez uma manifestação por causa de uma ”coisa”, não era bem a crise, era por estarem fartos.
Estar farto parece-me um excelente razão para vir para a rua cantar e dançar, mesmo que as palavras de ordem tenham “uma porrada de anos”.
Vão ter de pedir a alguém para criar umas novas?
Gosto de ver jovens manifestarem-se porque os pais ainda os sustentam e não têm trabalho, é normal querer ter trabalho, só não é normal querer ter trabalho na sua área de estudo em que saem das universidades 20 vezes mais licenciados do que o mercado necessita e isto passa-se há 20 ou 30 anos, pois é existem cursos sem mercado!
Também acho que devemos poder tirar o curso com que mais nos identificamos e que nos vai dar prazer toda a vida, mas é importante assumir que não existindo mercado para esse conhecimento teremos de ser nós a cria-lo e existem muitos exemplos de recém-licenciados que criaram os seus empregos com muito sucesso, bastou ser realmente bom para que isso possa acontecer, os medíocres todos não podem ficar à espera de encontrar o sonhado emprego à sua espera só porque estudaram e tiraram um curso quem não interessa a mais ninguém e que também ninguém sabe bem para que serve.
A crise existe mas ter um grupo de jovens a queixar-se que não consegue pagar o carro parece-me forçado, acho até ofensivo para quem não tem carro e trabalha há muitos anos e infelizmente nem pôde estudar porque não tinha pais que lhe pudessem dar essa hipótese, mas hoje trabalha e quer que os seus filhos estudem, só espero que esses seus filhos estudem em áreas que sirvam para alguma coisa, porque as universidades gastam dinheiro aos contribuintes e se só servirem para dar canudos que não fazem falta são um bocado caras de mais, é necessário formar onde mais precisamos quem quer tirar cursos só por serem “giros” deve paga-los, vá para as “privadas” e assuma o desemprego.
Quando tirei um desses cursos que não têm mercado em Portugal sabia os riscos que corria, mas achei que comigo ia ser diferente e felizmente foi, sabia que o risco existia mas assumi o risco, não podemos responsabilizar os outros pelas nossas escolhas, e existe sempre a hipótese de fazer o futuro, criar o nosso emprego e desafiar outros a fazer o mesmo, o mundo está ai fora, basta ser o melhor para ter sucesso garantido, se não forem os melhores terão de trabalhar um pouco mais.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Onde está a felicidade?
Ainda não sei mas ando à procuro e procuro com tanta força que a encontro em muitos momentos da minha vida.
Eu acredito que a felicidade se busca e se constrói, não vale a pena esperar muito quietos porque ela não nos encontra, temos de ser nós a procurá-la e podemos começar a busca dentro de nós.
Se cada um encontrar as suas “felicidades”, aquelas que tem guardadas em si, e for partilhando com os outros vai criar por certo uma atitude positiva à sua volta, isso só pode ser bom.
Se eu não procuro a felicidade para mim não posso esperar ser feliz.
Se por um acaso alguém tiver medo de encontrar a felicidade e depois não saber o que fazer com ela não se preocupe porque pode sempre partilhar o que encontra de bom!
quarta-feira, 2 de março de 2011
Só porque fomos…
Como disse o Sr. Presidente do Conselho, que cito aqui de forma grosseira, “não vamos ser porque fomos, …”, podemos tirar destas palavras lição.
Eu também estou cansado de ouvir falar nos grandes feitos dos portugueses, que sem sombra de dúvida me enchem de orgulho mas não nos tiram da crise, nem nos ajudam a crescer.
Quero Portugal a olhar o futuro com os pés cravados no seu passado glorioso, mas apenas para se alavancar para os desafios que tem pela frente, vamos construir futuro o passado já foi e o futuro ainda será eu acredito em Portugal!
Não podemos esperar pelo D. Sebastião, que já não volta, mas podemos encontrar muitos que também nos levam para batalhas perdidas, esses não são os que nos fazem falta!
Mais que um governo existe um povo e esse pode fazer mais, deve fazer mais é capaz de fazer mais!
Não podemos adormecer à sombra do passado ou esperando que um qualquer governo nos salve, o futuro é nosso a responsabilidade de fazer bem e crescer é nossa também!
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Desculpas para pais distraídos ou pior
O mercado para pais preocupados está em franco crescimento, em qualquer loja onde passem progenitores passaram a vender produtos que resolvem todos os problemas ansiedades de um jovem pai, ou mãe claro está.
Se não tem tempo ajudamos a encontrar, se não sabe brincar vendemos um manual, se grita aconselhamos estes fantásticos “qualquer coisa” e se quer fugir dai temos umas fantásticas “escapadinhas para casais” que deixam os filhos com as avós, estas escapadinhas fazem milagres e já vêm acompanhadas com um fantástico elixir para a consciência pesada, não por deixar os filhos par atrás mas pela incapacidade de gerir a relação quando estão presentes.
Não inventem, a solução não esta fora, tem de ser encontrada dentro da família, respirem antes de agir, percebam que os filhos reagem como vêm agir e se estão mal-educados e nos dão “cabo da cabeça”, os principais culpados somos nós.
Devemos reaprender a agir e conter, dar conforto pelo caminho que eles devem seguir, devemos pensar que a educação corre como a água sempre pelo caminho mais fácil, o que quero dizer com isso é que devemos leva-los por um caminho que lhes seja confortável porque o vêm ser seguido todos os dias pelos seu adultos referência, mas nunca esquecer que são os limites que educam.
A negligencia cria instabilidade e as regras dão conforto a permitem equilíbrio e crescimento, criem regras e cumpram-nas, dêem o exemplo
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Escola a cadeado
Mais um caso de escola fechada pelos pais por não reunir as condições mínimas para ser frequentada pelos alunos, fiquei com duvidas se seria esse o problema ou outro como por exemplo pouco para fazer e incapacidade para gerir frustração por uma vida relativamente vazia?
Eu aposto na segunda hipótese, nunca vi uma escola ser fechada por assentar a sua metodologia de ensino na exploração da memória e nunca tocar no raciocínio, é estranho que os pais não se revoltem porque a matemática não desenvolve o raciocínio lógico dos alunos porque está mais interessada em pô-los a memorizar formulas, percebo a dificuldade de comunicar conceitos que mal entendemos mas se não os conhecemos profundamente não vamos dar aulas.
Não pensem que estou contra os professores, vendo bem, por vezes estou, mas nem sempre, pois considero a sua tarefa fundamental para o crescimento de qualquer país, não pode nunca ser vista como saída para a falta de emprego ou como ultimo recurso para quem não tem jeito para fazer nada.
O pedagogo é essencial para a cultura dos povos desenvolve e promove o conhecimento e competência de todos só é pena não terem começado pelos pais dos alunos de hoje.
Não me parece fundamental fechar uma escola porque as crianças têm de entrar pela porta da cozinha!
Acho no entanto essencial que se feche uma escola que limita as competências cognitivas dos alunos investindo principalmente na ferramenta memoria deixando todas as outras para melhores tempos porque o importante é passar e não compreender, desenvolver, criar pessoas mais capazes e ávidas de saber, tenho pena mas a nossa escola ainda está longe desse caminho e os pais nem sabem que o caminho existe.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Mentir ou não mentir, nem sequer é uma questão!
Existem muitas tentações por ai, lá fora no mundo, nos locais onde passo, pessoas que vejo na rua por quem sinto interesse e muitas que vejo todos os dias e gostava de ver melhor, de saber a que cheiram realmente, não o cheiro do perfume mais o cheiro da cama.
Já tive algumas tentações, algumas boas tentações, sentir vontade d dizer que não sou casado mas dizer tudo e perceber nos olhos do outro ou na voz que preferia não saber, mas agora sabe!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Merecido reconhecimento
Paula Rego reconhecida em Portugal com doutoramento honoris causa, se isto fosse o fecebook iria aqui colocar o meu “gosto”.
Gosto sinceramente da obra mas admiro mais ainda a personagem, capaz de ser igual em hábitos a uma qualquer dona de casa que gosta das “coisas” certinhas, arrumadas, organizadas e monótonas por serem repetitivas.
Gosto da honestidade de poder dizer sem delírios de génio que vê televisão e faz tudo igual todos os dias, não sente vontade de viajar e que não vai a todas as exposições para q é convidada porque por vezes prefere ficar em casa nas suas actividades diárias.
Gosto de um génio que se porta como as pessoas!!!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Tempo para nós tempo para os outros
A má gestão ou a falta de tempo andam permanentemente coladas, todos sentimos a ansiedade dos problemas mal resolvidos e da necessidade de os resolver repetidamente apenas porque não actuamos da forma correcta.
Nada disto teria importância se não existissem os outros, o desgaste seria apenas nosso e quem teria de sofrer com as angustias da falta de tempo ou do acumular de tarefas seriamos apenas nos, mas graças a Deus não estamos sós e os nossos problemas reflectem-se nos outros e os deles em nós, garantindo assim a partilha do sofrimento ou não.
Eu prefiro o “ou não”, gosto de ter tempo e tenho, gosto de estar quieto e posso estar, gosto de passar tempo com os outros e passo, gosto de trabalhar depressa e trabalho, gosto brincar e brinco, desenhar e desenho, gosto do meu tempo de mim e dos outros.
Bem sei que por vezes disfarço muito bem que gosto dos outros mas gosto, gosto muito de alguns dos outros!
É muito bom passar tempo com os filhos a construir, a planear e a imaginar com vai ser o resultado final de um qualquer projecto que queremos fazer, é muito bom com eles, montar, desmontar, encontrar novas formas e saltar com as emoções descontroladas da felicidade de ter feito bem, mas principalmente com a felicidade de gostarmos uns dos outros.
E também gostamos da mãe!
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Blogues, ego e outros achaques
Passando os olhos pela blogosfera verifico que a mesma tem enorme consistência, os temas são semelhantes e muito bem definidos por fatias da população.
Gosto particularmente dos blogues das mulheres "dos trintas", sozinhas e a tentarem insuflar um ego murcho e desesperado, ainda bem que as amigas lá passam pouco mas deixam espaço para uma serie de “machos” à procura de companhia e que as conseguem bater aos pontos no que diz respeito a lamechice e elogios bacocos, não há animal mais patético do que um homem com o cio!
Outro tipo de blogue que eu gosto muito é do das verdades absolutas, se alguém tem a salvação do mundo na sua iluminada cabeça deve partilhar ou corre o serio risco de ir para o inferno por ser egoísta e mau vizinho.
Nos últimos anos apareceu um novo tipo de blogue muito interessante que faz o culto dos mortos mas que ainda assim não são mórbidos são até bastante animados e esperam pelo D. Sebastião ou pelo Presidente do conselho de ministros, ambas importantes personalidades da nossa história que pouco deveriam ter em comum, tirando o facto de ambas estarem mortas.
Gosto dos blogues mesmo dos que me enervam por serem criados por gentes burra, pretensiosa ou com ideias contrárias às minhas.
Gosto de passar pela manhã os olhos na opinião dos outros, raramente comento porque raramente tenho vontade de lá escrever alguma coisa simpática.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Sensualidade ou sexo para gente sensível
Sensual é mais limpinho, estético e pode ser visto por menores de 18!
Importante é não chocar, não ofender e garantir tudo parece bem mesmo que não seja funcional, aqui a função não é o mais importante, mas garante assistência, mesmo que fique frustrada porque o marido não parece um felino ágil mas sim uma foca qualquer, a senhora que anda lá em casa não cheira a rosas, porque o detergente ainda não cheira assim, mas a pobre cheira ao que pode mesmo que a sensualidade saia penalizada a intenção é boa e a senhora esforçada.
Tudo sai bem no ecrã, pena que na vida real a elegância necessária para deslizar entre lençóis tenha ficado tão longe como a magreza dos 20 ou o charme que nunca tiveram.
E o pior de tudo é a inexistência do realizador que faz tudo parecer prefeito, nestas coisas o jeito já é pouco e ter de pensar em tudo só atrapalha mais ainda.
Deixemos a teatralização para a vida na tela e no ecrã e na real mais vale usar algum pragmatismo, imaginação quanto baste e que não magoe, ou para quem goste pode até magoar, importante é não replicar a sensualidade de outrem cada um tem a sua ou a falta dela e a mais não é obrigado.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
O amor em projecção
Naturalmente as nossas projecções nos outros e dos outros condicionam a forma como gostamos ou não de alguém.
Ver o outro através da nossa lente não é ver o outro é principalmente encontrar a forma de encaixar nele o que sabemos que ele é mesmo que não seja.
A percepção do outro nunca deixa de ser a nossa percepção do outro mesmo que esta seja turvada por informação ou opiniões de terceiros, até o observado pode influenciar a imagem que vemos dele, é fantástica a generosidade (sínica) com que olhamos os outros…
Conceber um filho é mais que um acto é uma elaborada construção de desejos, dores, amarguras, alegrias, medos, tristezas, euforias, desejos e ansiedades e muito mais coisas impossíveis de enumerar, mas igualmente validas.
O crescimento de uma criança mais do que assenta em bifes e batatas, assenta e cria base à medida que se enche de nós e reage, reage desde o primeiro momento em que o seguramos nas mãos e cada dia que passa nos desafia mais e melhor, nos confronta e afronta e cresce, cresce sempre e faz crescer por si respeito porque o amor já o trazia no cheiro.
Ainda me lembro do cheiro, não há cheiro igual é grosso, espesso, tem peso e ganha espaço na vida de todos, hoje quando olho para eles ainda sei esse cheiro primordial, mas a pertença mudou eles já não são tão meus mas eu sou cada vez mais deles.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Receitas de dietas
Procurei dietas, gostei do que vi!
Para um mesmo fim encontrei receitas de dietas para todos os gostos, isto é muito bom assim posso escolher o que me faz mal, porque o que é bom de um lado é veneno de outro assim basta comer o que quiser e depois decidir por mim se me estou a matar ou a curar.
A net é uma maravilha, já não viveria sem ela!
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Automatismos e pasmaceira sexual
Conhecer o parceiro é muito bom e permite um desempenho com falhas controladas ou até com a presunção de ausência de falhas ou tendência para a falha zero.
Nada pode ser mais errado e destruidor da libido, do que a ausência de erro!
O erro apimenta e permite experimentar, se existir a procura do conforto numa receita batida é o inicio do fim, é preciso inovar e para isso não temos de ir tirar cursos de contorcionismo basta arriscar na emoção e no envolvimento, basta olhar para e encontrar cada vez uma primeira vez, perceber que todos os dias são dias novos e que tocar e sentir pode ser sempre diferente se existir abertura a isso!
As relações só são entediantes e iguais porque assim queremos que sejam, as regras e os “confortos” que permitem, saber o que vai acontecer depois são tentadores mas matam a alma de uma relação.
O beijo não é bom por ser sempre igual embora também devam existir esses sempre iguais que nos confortam, mas bons realmente bons são os beijos que respondem ao estimulo e avançam um pouco mais mas só um pouco mais para não serem ofensivos e desajustados, não é beijar que é uma arte, a arte é estar aberto ao outro.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Regras onde a regra não regra
Curioso ouvir dois dias seguidos algumas regras que curiosamente ficam tão fora da norma que só saídas da cabeça de uma mulher ou de um homem com enorme falta de jeito para desculpas.
Uma das que ouvi é brilhante e apresentava o seguinte facto de ser natural que um homem depois de se sentir desejado por uma mulher possa ter dificuldade em se sentir excitado com a sua mulher, isto é brilhante porque um homem com o ego reforçado não tem dificuldades!
Mas isto poderia ter sido dito por um homem com uma terrível falta de jeito para inventar desculpas, pois nenhum outro homem acreditaria, só uma mulher para acreditar numa desculpa destas!
Ele pode até nem conseguir fazer nada com a mulher mas com certeza que não foi por ter sido desejado, foi isso sim pelo que fez com quem o desejou!!!
Caríssimos, existem desculpas bem melhores!
Caríssimas, continuem assim os vossos processos de negação são brilhantes!
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Surpreendente resultado nas eleições presidências
Não percebo o q se passa na cabeça dos portugueses e neste caso, nem na minha, o que faz alguém sair de casa com um frio de gelar para ir votar?
Votar eu entendo, sei porque devemos votar, mas também sei a falta de vontade que me dá votar quando tenho de escolher entre propostas fortes como as que foram apresentadas, fico confuso sempre que a escolha é um candidato a vitima de homicídio, alguém que não sabe a quantas anda e outro que só comenta depois das eleições.
É realmente confuso! Não percebo porque não aparecem candidatos interessantes!
Até percebo não se podem candidatar porque ou não são portugueses, ou não têm idade ou a têm uma ficha extensa na polícia.
Um dia talvez seja bom votar, porque existe algum candidato interessante ou com mais do que só interesses…
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Mais que atingir o objectivo…
Rejoneio ou toureio a cavalo o primeiro mais objectivo orientado para deixar o ferro no toiro e o segundo mais trabalhado com momentos marcados no final o ferro acaba no toiro também mas o processo tem mais envolvimento mais técnica e mais saber.
Com na vida existem diferentes abordagens, para alguns o que é importante e o fim em vista mesmo que para lá chegar os caminhos sejam escuros, para outros o caminho é que importa realmente o objectivo atingido é só a consequência de todo um processo, acereja no topo do bolo.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Gorda e Mole vontade de dizer
A vontade de dizer “coisas” está entranhada neste povo com o cheiro a esgoto na avenida de Ceuta.
Não podemos fazer nada, nem tapar os ouvidos serve porque percebemos os outros mesmo sem os ouvir, isto não é nenhum feito relevante é apenas a gordura que temos igual à do outro e por isso entendemos tudo mesmo sem entender.
O nosso umbigo é o único com interesse e que garante ao mundo a beleza na nossa banha.
Como é saudável entender o que ninguém disse e argumentar com base em factos nunca registados apenas porque esses mesmos factos são a nossa verdade e a minha nossa verdade é tão boa como a de outro qualquer e esse facto legitima o meu entendimento das coisas.
Entendemos tão bem que mete nojo, não entendemos nada!
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Curiosa forma de remontar realidades
Tal como os sonhos que remontamos de forma a ganharem interesse e poderem fazer algum sentido, permitindo assim dar-nos o conforto do nexo mas também criar a possibilidade de poderem ser contados, remontamos a vida as vivencias e as observações.
É natural e muito visto que uma historia quando retorna ao seu protagonista, relembrada por outros, lhe pareça estranha e imensamente longe dos factos que recorda e mais curioso ainda é quando isso nos acontece e nós deixamos porque essa historia inventada tem, muito mais interesse do que a real.
Bem visto o nosso mundo é montado e remontado sobre ruínas de momentos que na realidade não existiram com são hoje lembrados.
Um mundo assente em factos pouco reais ou em ilusão montada para agradar fará sentido ou pelo menos poderá durar?
A moral que rege os actos controla também a fantasia, ou a fantasia só serve para dar consistência à moral?
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Evolução do Homem, divagação.
A vaidade poderia ter sido a razão para levantar o Homem do chão, e ter iniciado o processo evolutivo que lhe permitirá no futuro andar em bicos de pés sem ajuda de saltos altos.
Um quadrúpede vaidoso por achar mais elegante a postura erecta ergueu-se nos membros posteriores e passou a caminhar altivo na savana, passado pouco tempo e em reconhecimento do seu sucesso e melhoria de desempenho na árdua tarefa de encontrar companheiro, todos os membros da sua família passaram a esta postura erecta, moderna e garante da continuidade da espécie.
A evolução continuou e hoje os saltos altos garantem o suporte para uma locomoção em bicos de pés e não menos importante é o facto de garantirem também que as pernas de quem os usa ficam incomparavelmente mais elegantes.
Um dia não sabemos ainda quando o Homem vai poder caminhar em bicos de pés sem recurso a equipamentos de suporte, como os sapatos de salto alto, por ter o seu corpo avançado mais um degrau na longa escalada da evolução.
Um dia vamos ser ainda mais erectos!!!
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
A incomparável sensação de olhar sem ver
Existem momentos fantásticos de isolamento, em que não sentimos nada mais do que apenas nós.
Olhar para o infinito sem ver nada mesmo que o infinito seja o prédio em frente.
Normalmente sou observador gosto de passar e ver, olhar para ver, olhar com intenção, mas existem momentos em que o real prazer é um olhar vazio sem interesse no mundo, olhando apenas, um olhar egoísta despreocupado sem vontade de se perder nos outros.
O mundo é mesmo um belíssimo lugar, mesmo que não seja perfeito, tem tão bons momentos!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Brutal capacidade de reciclar a tragédia
Hoje comecei a manhã a receber anedotas relacionadas com a morte do cronista Carlos Castro, não eram de muito bom gosto mas já vi pior.
De qualquer das formas não são as anedotas que me ocupam o pensamento, apenas estranho a infinita e brutal capacidade que temos de transformar desgraças em motivo de riso.
A nossa imensa e quase violenta capacidade de transformar a tragédia em riso é assustadora por fugir ao luto com o diabo foge da cruz, mas ao mesmo tempo encantadora pelo medo ou incapacidade de sofrer, enfim melhor rir que chorar!
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
O que procura quem passa pelos blogues ou "bloga"?
Não sei o que eu procuram os outros eu tento ver quem os escreve, sinto atracção pela forma como cada um cria a sua personalidade virtual, muitas vezes mais real que a realidade mostrada diariamente.
Gosto destas personagens de espelho mais claras do que o criador, passando uma confissão para quem a quiser ler.
O que procura quem aqui procura?
Reconhecimento das 3 pessoas que realmente os lêem ou apenas a massagem ao ego dos amigos que fingem ler?
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Alternativas, incansável procura
Incapacidade permanente e intransmissível, não resisto, não consigo ficar satisfeito com o presente, espero sempre o futuro e caminho para ele.
Não chega estar bem se posso estar melhor, mas curiosamente nunca estou mais ou menos, sinto-me bem!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Relato de uma adopção e difícil relação com os amigos dos animais.
Voltei, procurei a voluntariosa amiga dos animais que tinha sido tão simpática e contei-lhe tudo o que o veterinário disse, esta boa alma negou tudo o que o veterinário e análises tinham dito e garantiu que o cão era muito saudável.
Claro que lhe tentei fazer perceber que não era correcto o que estava a fazer que eu também não me sentia bem a devolver o animal mas que não ia voltar a trás na minha decisão e que a atitude que ela estava a ter não era correcta nem coincidente com a anteriormente propagandeada de que só entregava os animais depois de ter a certeza que os estava a entregar à pessoa certa, pois ali estava eu, a pessoa certa, a dizer que não queria aquele.
A partir daquele momento eu já não queria aquele nem outro qualquer!
Consegui anular todo o processo mas fiquei a ser odiado por todos os amigos dos animais quem já nem me conseguiam olhar, por eu ser tão revoltantemente mau.
Claro que continuo a ter cães e os trato bem!
FIM
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Relato de uma adopção e difícil relação com os amigos dos animais (Continuação).
O Cão entrou no veterinário para a sua inspecção e posterior confirmação na família caso a primeira fosse ultrapassada com sucesso.
O Veterinário que fez a inspecção ao cão não era dos amigos dos animais e disse logo que o melhor era devolver por não estar em condições sanitárias para entrar numa casa com crianças e porque tinha uma doença incurável.
Após ter sido feita uma bateria de análises confirmaram-se as piores expectativas, afinal não tinha encontrado o novo cão.
Só faltava voltar ao local de onde o tinha trazido e tratar de anular o processo de adopção.
(A odisseia continua)
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Relato de uma adopção e difícil relação com os amigos dos animais.
Depois de encontrar o olhar certo, falta passar no teste de “bom coração”, não é difícil para as amigas dos animais alguém que diz muitos “inhos” no final das palavras só pode ser boa pessoa, basicamente é bom quem para mim parece pateta.
Após passar o teste com distinção só falta preencher a papelada mas é fácil e para adoptar todos os santos ajudam.
Tudo resolvido e o cão já está a caminho do veterinário.
E se o veterinário diz que o cão está doente, o que vou fazer?
Está decidido, deixo de ser uma pessoa boa e devolvo o animal!
(A odisseia continua)