São cada vez mais, aparecem de todos os lados e são a espécie mais difícil de exterminar, é impossível que um dia exista uma reserva para bandalhos e pessoal sem carácter em vias de extinção.
Podemos exportar gente desta, temos por cá com fartura, seria interessante perceber como os diversos níveis de pulhas e bandalhos se adaptavam a novos ecossistemas.
Temos vários níveis de bandalhice que vai desde o badalhito de bairro, que é acumula a “chica espertice” e passa o tempo no café a moralizar e a espalhar saber, cheio de jogo”, achando que “a ele ninguém o topa”, no final da lista está o “alto bandalho”, esta personagem aparece muito aburguesada mas com tiques de nobreza, tem cuidado com as companhia mas infelizmente nas piores alturas aparece sempre um primo que não dava jeito nenhum ter por perto e que permite ter a certeza que os pergaminhos da família foram envelhecidos ainda há pouco, é uma personagem interessante e de meritório esforço no seu processo de ascensão social, só é pena que o pequeno pulha raramente tenha saído de “dentro dele” e a inconsistência da personagem representada seja notória, no entanto esta figura é por si só uma personagem com espaço próprio.
Infelizmente acabo dizendo que me fascinam os bandalhos, pouco os considero mas perco-me em análises sobre estas personagens vezes de mais!
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