Conhecer o parceiro é muito bom e permite um desempenho com falhas controladas ou até com a presunção de ausência de falhas ou tendência para a falha zero.
Nada pode ser mais errado e destruidor da libido, do que a ausência de erro!
O erro apimenta e permite experimentar, se existir a procura do conforto numa receita batida é o inicio do fim, é preciso inovar e para isso não temos de ir tirar cursos de contorcionismo basta arriscar na emoção e no envolvimento, basta olhar para e encontrar cada vez uma primeira vez, perceber que todos os dias são dias novos e que tocar e sentir pode ser sempre diferente se existir abertura a isso!
As relações só são entediantes e iguais porque assim queremos que sejam, as regras e os “confortos” que permitem, saber o que vai acontecer depois são tentadores mas matam a alma de uma relação.
O beijo não é bom por ser sempre igual embora também devam existir esses sempre iguais que nos confortam, mas bons realmente bons são os beijos que respondem ao estimulo e avançam um pouco mais mas só um pouco mais para não serem ofensivos e desajustados, não é beijar que é uma arte, a arte é estar aberto ao outro.
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