quarta-feira, 30 de março de 2011

Tribuna Lusitana, critica e defesa por quem não fez melhor

Não consigo perceber que no nosso país, existam enumeras críticas a este programa!


A produção não é institucional, não depende de nenhum estado ou ministério, e penso que foi criado por um português que embora viva noutro pais se orgulha das suas raízes, tudo isto cria condições para que tal programa possa fazer historia na raça que divulga.


O autor e responsável pelo programa defende a sua opinião e penso que tem direito a isso, é patrocinado principalmente por criadores brasileiros acho natural que os defenda, nem entendo que possa ser feito de outra forma.


Que este programa chega a muitos e divulga o cavalo lusitano, penso que ninguém tem duvidas, e que o serviço que presta à raça é sem dúvida melhor do que qualquer tentativa feita anteriormente, eu penso que é!


Se a questão que incomoda alguns se prende com o facto de este programa nascer no Brasil, acho que é de incomodar mesmo, porque realmente a iniciativa devia ter nascido aqui, deste lado do atlântico, mas infelizmente com vem sendo hábito por aqui faz-se pouco e critica-se muito. Muitos parabéns pelo programa, não conheço sobre o nosso cavalo programa melhor!!!

segunda-feira, 28 de março de 2011

Felicidade, seja ela o que for

Valorizar os bons momentos é construir o espaço de ser feliz, As boas relações devem ser lembradas mesmo que a ultima tenha sido miserável essa deve ser a primeira a esquecer.


Lembro muitos momentos simples de enorme felicidade e alguns não foram mais do que um olhar, um toque suave, um cheiro, uma palavra dita, outras vezes calada, um crescente envolvimento que parece nunca acabar, mas temos a certeza que terá um fim mas que interessa isso se hoje estou feliz.


Se não conheço o futuro não preciso pensar que vai ser mau, pode ser bom, vai ser bom, vou fazer tudo para que seja bom!!!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Bom tempo, grande tempo

Investir em qualidade, o momento é de fazer bem o que for possível fazer e deixar de desperdiçar o pouco tempo que vamos tendo.

A capacidade de estragar tempo, momentos e relações é enorme e é uma pena que esta capacidade exista, mas se existe temos de aprender a conviver com ela e a não deixar que tome conta da nossa vida.

Tomar as rédeas para evitar deslizes, organizar o tempo e a forma como ele vai ser gasto, com a flexibilidade suficiente para que pequenas falhas não condicionem os prazeres da vida.

Ter tempo de qualidade, não vamos chorar sobre a falta de tempo, vamos antes ter tempo de qualidade e que por pouco que seja o aproveitemos da melhor forma.

Se quando alguém desaparece apenas nos lembramos de uma pequena parte dos momentos partilhados, por serem os mais significativos, devemos investir nesses, por serem eles a encher a nossa vida de razões para recordar.

Os momentos vazios e sem interesse povoam os nossos dias e nada acrescentam ao prazer de viver, onde devemos investir é no aproveitamento dos espaços vazios e enche-los de futuras recordações.

É bom passar tempo com as pessoas de quem gostamos e no entanto por vezes não temos tempo para elas porque aceitamos “jantares” com gente que tão pouco nos diz.

Vamos investir onde mais importa, os nossos bons minutos apenas para quem os merece e nós merecemos.

quarta-feira, 23 de março de 2011

É que nem racha!

Esta tudo mal, ninguém confia nas instituições, governos ou seja o que for quem more lá em casa mesmo assim nada acontece, estão todos fartos mas para além de passeatas nada fazem e o fundo está cada vez mais perto.

A inconsciência é um fenómeno interessante, permite estar à beira do precipício e achar e achar que dar um passo em frente é uma solução como outra qualquer.

Tenho medo, neste momento tenho muito medo, acredito que o caminho existe, é possível encontrar a saída, mas nossa senhora ainda não chegou com o milagre.

terça-feira, 22 de março de 2011

Uma vida não cabe numa vida

Naturalmente todos nos queixamos da falta de tempo, das coisas que gostaríamos de fazer mas não temos tempo, no entanto bem geridos os minutos descobrimos que com alguma facilidade encontramos tempo para pensar em pessoas que nem conhecemos, que temos opinião sobre assuntos que nem perto nos passam e conseguimos até, não sei como, ter vidas paralelas.

A nossa gestão do tempo é estranha mas mais estranha é a forma como o percepcionamos e o que conseguimos fazer com ele.

Viver em dois mundos é uma tarefa desgastante e exigente que obriga a manter alerta todos os sentidos pois ao mínimo deslize toda a estrutura se desmorona e os mundos desabam, como pode ser simples o colapso de varias vidas.

Mais estranho que tudo o que escrevi antes é perceber quais os factores que colam as vidas, as traições, os enganos, as verdades e as mentiras, as alegrias e as tristezas o mundo esta colado com “cuspo”, os sentimentos que as colam são tão débeis que ao mais pequeno abanão se desintegram e arrastam tudo o que passa perto, permitindo também relançar sementes de novas vidas sobre as que acabaram d ser desmontadas.

Podemos realmente organizar as nossas relações de forma estranha, agir de forma infantil e negligente, mas a nossa incrível capacidade de recomeçar é realmente fantástica.

O futuro assenta nas pedras que hoje caíram!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Dia do Pai

Não tenho a menor duvida que para todos este dia é diferente, sejam filhos(as) ou pais, um dia mais pode ser apenas um dia mais, mas para mim que tenho pai para lembrar e filhos que quero sempre perto, é um dia especial.

Vou passar tempo com eles, vou deixar o tempo passar junto deles, é importante sentir que não tenho nada para fazer e que posso apenas estar, quero estar sem obrigação de fazer nada, nem de me divertir ou de cumprir um qualquer horário, é importante só estar!

Por vezes o tempo não chega para estar com quem mais queremos, ou não nos chega para estar com quem realmente importa com quem tem peso e valor na nossa vida, vamos, por ser necessário e urgente, reorientar as nossas prioridades, o tempo que passamos é nosso, o tempo mal gasto não deixa memorias, para existir um tempo nosso ele terá de ser passado e o passado só vale pelas recordações que deixou.

Vamos todos utilizar o dia do pai como desculpa para criar memórias, boas memórias, é só um dia se todos os nossos dias forem boas memórias!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Bandalhos aos bandos

São cada vez mais, aparecem de todos os lados e são a espécie mais difícil de exterminar, é impossível que um dia exista uma reserva para bandalhos e pessoal sem carácter em vias de extinção.

Podemos exportar gente desta, temos por cá com fartura, seria interessante perceber como os diversos níveis de pulhas e bandalhos se adaptavam a novos ecossistemas.

Temos vários níveis de bandalhice que vai desde o badalhito de bairro, que é acumula a “chica espertice” e passa o tempo no café a moralizar e a espalhar saber, cheio de jogo”, achando que “a ele ninguém o topa”, no final da lista está o “alto bandalho”, esta personagem aparece muito aburguesada mas com tiques de nobreza, tem cuidado com as companhia mas infelizmente nas piores alturas aparece sempre um primo que não dava jeito nenhum ter por perto e que permite ter a certeza que os pergaminhos da família foram envelhecidos ainda há pouco, é uma personagem interessante e de meritório esforço no seu processo de ascensão social, só é pena que o pequeno pulha raramente tenha saído de “dentro dele” e a inconsistência da personagem representada seja notória, no entanto esta figura é por si só uma personagem com espaço próprio.

Infelizmente acabo dizendo que me fascinam os bandalhos, pouco os considero mas perco-me em análises sobre estas personagens vezes de mais!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Qualidade ao nosso serviço

Um dia os prestadores de serviços em Portugal ainda vão perceber o que é atendimento, mas até lá teremos de continuar a ser servidos por empregados que nos fazem o favor de estar ali, sim è isso mesmo a fazer o favor de desempenharem as tarefas para que são pagos.

Se alguma vez se perceber que uma das variáveis que mais influencia a percepção de qualidade de serviços é apenas a simpatia de quem presta o serviço, nesse dia as empresas vão conseguir orientar a sua abordagem ao cliente e com poucos custos e um bom recrutamento melhoram radicalmente a sua imagem no mercado, mas para isso é preciso que o cliente passe a ser importante.

Estou cansado que me atendam por favor, mas também me desagrada muito o empregado “chico esperto” que sabe o que eu quero e que nem sequer acha razoável confirmar, ou pior ainda o que faz gracinhas mostrando apenas a sua falta de educação e ignorância.

Quero ser atendido por gente normal, ou será que a norma é o que vou encontrando, pois deve ser, a norma deve realmente ser muito má por cá.

Venham outros venham novos, venha quem vier fazer melhor!

terça-feira, 15 de março de 2011

Lusitano como a Nação

Um dia vamos atingir os objectivos a que nos propomos, um dia vamos lá chegar, estamos no caminho certo mas vai demorar tempo.

Nesta pacata terra “entalada” entre mar e Espanhóis, achamos sempre que não vale a pena planear porque tudo vai correr bem, porque temos tudo o que é preciso para resultar e porque somos mesmo habilidosos, somos também umas vítimas da nossa genética latina, mas sobre isso já pouco se pode fazer, bom mesmo é desenrascar.

Enquanto não se criarem estratégias maiores que os umbigos dos criadores, dos empresários e até do que o do português comum, que esta sentado num banco infeliz porque o emprego não existe e porque ainda não ligaram do anuncio a que respondeu há um mês, repito, enquanto a ideia não for maior do que o cotão do umbigo de todos nós, podem fazer todas as manifestações comunicados, musicas de intervenção ou só de mau gosto e andar pela rua com palavras de ordem, bacocas por estarem velhas e cansadas, que este pais não vai sair do buraco em que se encontra atascado e daqui só meia dúzia de espertos é que vão ter sucesso, mas mesmo esse sucesso é só aqui porque fora de Portugal continuam a ser muito pouco.

Organização faz-nos falta!

Planear faz-nos Falta!

Fazer bem e com objectivos traçados é a única solução!

segunda-feira, 14 de março de 2011

A final é fácil juntar gente na rua!!!

Não sei bem porquê, mas um grupo de muitos portugueses fez uma manifestação por causa de uma ”coisa”, não era bem a crise, era por estarem fartos.

Estar farto parece-me um excelente razão para vir para a rua cantar e dançar, mesmo que as palavras de ordem tenham “uma porrada de anos”.

Vão ter de pedir a alguém para criar umas novas?

Gosto de ver jovens manifestarem-se porque os pais ainda os sustentam e não têm trabalho, é normal querer ter trabalho, só não é normal querer ter trabalho na sua área de estudo em que saem das universidades 20 vezes mais licenciados do que o mercado necessita e isto passa-se há 20 ou 30 anos, pois é existem cursos sem mercado!

Também acho que devemos poder tirar o curso com que mais nos identificamos e que nos vai dar prazer toda a vida, mas é importante assumir que não existindo mercado para esse conhecimento teremos de ser nós a cria-lo e existem muitos exemplos de recém-licenciados que criaram os seus empregos com muito sucesso, bastou ser realmente bom para que isso possa acontecer, os medíocres todos não podem ficar à espera de encontrar o sonhado emprego à sua espera só porque estudaram e tiraram um curso quem não interessa a mais ninguém e que também ninguém sabe bem para que serve.

A crise existe mas ter um grupo de jovens a queixar-se que não consegue pagar o carro parece-me forçado, acho até ofensivo para quem não tem carro e trabalha há muitos anos e infelizmente nem pôde estudar porque não tinha pais que lhe pudessem dar essa hipótese, mas hoje trabalha e quer que os seus filhos estudem, só espero que esses seus filhos estudem em áreas que sirvam para alguma coisa, porque as universidades gastam dinheiro aos contribuintes e se só servirem para dar canudos que não fazem falta são um bocado caras de mais, é necessário formar onde mais precisamos quem quer tirar cursos só por serem “giros” deve paga-los, vá para as “privadas” e assuma o desemprego.

Quando tirei um desses cursos que não têm mercado em Portugal sabia os riscos que corria, mas achei que comigo ia ser diferente e felizmente foi, sabia que o risco existia mas assumi o risco, não podemos responsabilizar os outros pelas nossas escolhas, e existe sempre a hipótese de fazer o futuro, criar o nosso emprego e desafiar outros a fazer o mesmo, o mundo está ai fora, basta ser o melhor para ter sucesso garantido, se não forem os melhores terão de trabalhar um pouco mais.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Onde está a felicidade?

Ainda não sei mas ando à procuro e procuro com tanta força que a encontro em muitos momentos da minha vida.

Eu acredito que a felicidade se busca e se constrói, não vale a pena esperar muito quietos porque ela não nos encontra, temos de ser nós a procurá-la e podemos começar a busca dentro de nós.

Se cada um encontrar as suas “felicidades”, aquelas que tem guardadas em si, e for partilhando com os outros vai criar por certo uma atitude positiva à sua volta, isso só pode ser bom.

Se eu não procuro a felicidade para mim não posso esperar ser feliz.

Se por um acaso alguém tiver medo de encontrar a felicidade e depois não saber o que fazer com ela não se preocupe porque pode sempre partilhar o que encontra de bom!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Só porque fomos…

Como disse o Sr. Presidente do Conselho, que cito aqui de forma grosseira, “não vamos ser porque fomos, …”, podemos tirar destas palavras lição.

Eu também estou cansado de ouvir falar nos grandes feitos dos portugueses, que sem sombra de dúvida me enchem de orgulho mas não nos tiram da crise, nem nos ajudam a crescer.

Quero Portugal a olhar o futuro com os pés cravados no seu passado glorioso, mas apenas para se alavancar para os desafios que tem pela frente, vamos construir futuro o passado já foi e o futuro ainda será eu acredito em Portugal!

Não podemos esperar pelo D. Sebastião, que já não volta, mas podemos encontrar muitos que também nos levam para batalhas perdidas, esses não são os que nos fazem falta!

Mais que um governo existe um povo e esse pode fazer mais, deve fazer mais é capaz de fazer mais!

Não podemos adormecer à sombra do passado ou esperando que um qualquer governo nos salve, o futuro é nosso a responsabilidade de fazer bem e crescer é nossa também!