terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Sem medos para diante

Estou ligeiramente preocupado, no entanto detesto pré-ocupar-me com futuros mais que certos, a crise não vem já está e não quero nem gosto de poupar.

Urge ganhar, ganhar mais, o país não pode acanhar-se não, os portugueses não podem encolher os ombros conformados.

Os ombros servem para empurrar levantar o que cai e avançar, não poupar, criar, criar riqueza, investir, produzir, multiplicar e imaginar a saída, uma saída possível, impossível é quedarmo-nos nesta calma de asnos mansos.

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